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«Por vezes tem que se levar tudo ao limite, o tempo é quase contado ao
minuto», afirmou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pombal
Armando Ferreira diz não compreender os motivos que levam as pessoas atear fogo. Ontem, foi mais um dia severo para os bombeiros, a braços com vários
focos de incêndio a devastar uma extensa área de mato, pinhal e eucaliptal nas
zonas das Leais, Meires, Tinto e Charneca da Redinha. O IC2 esteve cortado
ao trânsito entre Pombal – Coimbra. Algumas povoações das freguesias de
Pombal, Pelariga e Redinha chegaram a estar ameaçadas pelas chamas que atingiram
uma extensão de um quilómetro. O comandante dos B.V.P Armando Ferreira afirma
que não tem meios humanos e viaturas para responder com a eficácia desejada aos
fogos que têm deflagrado em simultâneo, “após um dia destes há poucos que
estejam em condições físicas para manter a vigilância”, afirmou.
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