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| Um dos fundadores do Clube Motard “Marquês de
Pombal” faleceu ontem no IC2, no local do Travasso. O motociclista foi a única
vítima de uma colisão em cadeia. Joaquim Cordeiro, um dos fundadores do Clube Motard “Marquês de Pombal”, faleceu ontem de manhã, pelas 07H50, num trágico acidente de viação no IC2, na localidade de Travasso, concelho de Pombal. O DIÁRIO AS BEIRAS apurou que o motociclista dirigia–se ao seu local de trabalho, nas Meirinhas, quando sofreu o trágico acidente. De acordo com fonte da Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana de Leiria, o sinistro (uma colisão em cadeia) envolveu um pesado de mercadorias, um automóvel, um ligeiro de mercadorias e o motociclo de grande cilindrada. O veículo de duas rodas era conduzido por Joaquim Cordeiro, que foi a única vítima do acidente. Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários de Pombal, o motociclista teve morte imediata e foi transportado para a morgue do Hospital da Gala, na Figueira da Foz. A corporação de Pombal esteve no local com uma ambulância e três bombeiros. A vítima deste trágico acidente de viação tinha 42 anos, residia nos Meires, freguesia da Pelariga, Pombal, era casado e deixa dois filhos menores. A morte de Joaquim Cordeiro deixou, ainda, de luto um dos clubes que ele ajudou a fundar em 1999: o Clube Motard “Marquês de Pombal”. O referido clube estava a comemorar durante este mês o “Festival da Cerveja”. Segundo Fernando Bica, presidente da direcção do clube, com o desaparecimento prematuro do “amigo e companheiro de estrada”, o grupo decidiu suspender as actividades festivas para este fim–de–semana. Fernando Bica admitiu que a morte do motociclista deixou todo o clube de “luto”. Segundo este dirigente do grupo, “Joaquim Cordeiro era um condutor muito experiente e efectuou milhares de quilómetros em representação do clube”. De acordo com as contas de Fernando Bica, este motociclista é a quarta vítima que o clube “chora” desde que foi fundado em 1999. Confrontado com a origem dos trágicos acidentes de viação que vitimaram quatro motociclistas em cinco anos, Fernando Bica adiantou que “existem muitas ratoeiras nas vias nacionais”. E acrescentou que “as estradas estão cada vez mais lotadas de veículos, ou seja, de tráfego rodoviário, e esse aumento não é compensado ao nível de novas infra–estruturas rodoviárias”. |