Há cerca de seis meses os pombalenses já se acostumaram a vê-los em determinados
locais do concelho. Durante a época dos fogos florestais era comum encontrar os
elementos da brigada do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da GNR
em diversas situações relacionadas aos incêndios, mas, passado o período de
alerta, o que fazem? A GNR não adianta pormenores sobre a manutenção do
grupo em Pombal, mas O ECO sabe que, actualmente os cerca de 50 elementos que
compõem esse grupo de intervenção permanente estão a realizar trabalhos no
âmbito da Protecção Civil em Pombal e concelhos limítrofes, nomeadamente a
efectuar um levantamento de áreas a serem intervencionadas e a comunicar as
informações obtidas às respectivas Câmaras Municipais. A pernoitar na
Associação Cultural, Recreativa e de Melhoramentos de Travasso, Mancos e Águas
Férreas, o GIPS é uma unidade especialmente vocacionada para a prevenção e a
intervenção de primeira linha em várias áreas. A alimentação dos integrantes é
garantida pela Santa Casa da Misericórdia de Pombal que, por dia, confecciona
entre 22 ou 24 refeições E se no verão a prioridade foi para os incêndios
florestais, agora, no Inverno, o GIPS vai completar a formação em outros ramos
de intervenção e socorro, como o salvamento em situações de catástrofes de
sismos ou cheias.