Foi sem dúvida um dia para ficar para ficar na história. O lançamento da
primeira pedra do quartel da 7ªsecção dos Bombeiros Voluntários de Pombal
aconteceu sob o olhar atento de milhares de pessoas. Após a colocação da
primeira pedra, que contou com a ajuda dos autarcas das três freguesias
envolvidas, Ilha, Guia e Mata Mourisca, e demais entidades presentes, tiveram
lugar os discursos onde não faltaram os agradecimentos. António Fernandes,
Carlos Domingues e Manuel António, respectivamente autarcas da Mata Mourisca,
Ilha e Guia não pouparam elogios a quem ajudou, sublinhando a importância que o
quartel tem para o Oeste. O terreno do futuro quartel tem pouco mais de 5000
metros quadrados, cujos antigos donos foram relembrados por Manuel António, já
que algumas parcelas do terreno foram oferecidas para o futuro quartel.
Enalteceu ainda a família Serra da Guia, por “ter-nos facilitado o espaço da
antiga serração dos Serra para aí funcionar as instalações provisórias dos
Bombeiros do Oeste”. O autarca terminou apelando ainda mais ao apoio da
população. “Vamos todos ajudar a que esta obra se faça”. José Manuel
Carrilho, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de
Pombal, optou por realçar a motivação em criar a 7ª secção, assim como o
objectivo desta. “Esta obra destina-se a que uma parte dos Bombeiros Voluntários
de Pombal estejam mais próximos destas freguesias, queremos por isso aproximar o
socorro das populações”. Este presidente realçou também as diversas ajudas e
apelando para que estas continuem para que “dentro de um ano, até final de 2008,
possamos estar aqui a inaugurar esta obra”. Seguidamente Rui Rama da Silva,
da Liga dos Bombeiros Portugueses, usou da palavra, congratulando o comando pela
obra e pela dinâmica. “Desejo que esta iniciativa não seja uma primeira pedra
mas sim uma porta aberta dentro de um ano”, concluiu. Amândio Torres, membro
da protecção civil, destacou a proximidade “o exercício de socorro e o
planeamento das acções de socorro têm que ter como ponto principal a proximidade
e é isso que se está a trabalhar aqui”. A obra do quartel vai durar perto de
um ano a ser feita e vai ficar a cargo da empresa guiense Guimoital. Ao todo vai
custar perto de 750 mil euros.