| Pelo menos 13 feridos numa fábrica
de redes de pesca
Uma
explosão seguida de derrocada na fábrica de redes de pesca RedeLusa, em Pombal,
provocou treze feridos, quatro em estado grave. A caldeira do refeitório
rebentou e foi projectada a vários metros de distância.
De acordo com Alice Luzio, do INEM, os quatro feridos em caso
grave apresentam alguns traumatismos, mas não correm risco de vida.
Em
directo do local, ao telefone, para a SIC, a médica acrescentou que alguns dos
feridos foram já transportados para os hospitais de Leiria e Pombal. Sete
pessoas com ferimentos ligeiros permaneceram ali, com acompanhamento de um
psicóloga do INEM.
Entretanto, também no Primeiro Jornal da SIC, o 2º
comandante dos Bombeiros de Pombal, José Costa, garantiu que "não há
ninguém soterrado" nos escombros.
A explosão, que decorreu cerca
das 12h30, teve origem numa caldeira a vapor. De acordo com o presidente da
Câmara de Pombal, Narciso Mota, a caldeira rebentou devido a uma aparente avaria
e "foi projectada a 15 metros de distância", destruindo parte
do edifício. Parte da cobertura abateu e o piso ruiu.
Cerca de 80 pessoas
trabalham naquela fábrica. Caso o acidente tivesse ocorrido "às horas de
trabalho, teria consequências muito mais gravosas", apontou o
autarca.
No local, estavam mais de dez ambulâncias de várias corporações
de bombeiros e do INEM, pelo menos três carros médicos e um helicóptero do INEM
de Lisboa. Meios que foram accionados de imediato, segundo a médica Alice Luzio,
"para não perder tempo" e devido às primeiras informações, que
sugeriam a existência de pessoas soterradas.
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